Total de visualizações de página
quinta-feira, 24 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
? INCÓGNITAS
A vida é cheia de encontros, desencontros e despedidas, quem deveras sabe quem deveras é na vida?!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Difusionismo! ...
Quem sou eu e o que é meu?
O meu olhar não é mais meu
Se penso estou disperso do que
Realmente quero ver.
O que eu sinto é de mentira
Um outro influenciou.
Meu eu não mais se permite
Sou um poço que secou.
Nada mais sou que réplica e
Ninguém sabe de quem,
São tantas as imitações.
Consequência da evolução
Roubadas de outro alguém.
Estou aqui, apenas além
E aquém de...
Compreender quem sou.
Busco agora por sentidos,
De viver e de criar se é que é
Possível chegar além
De outro lugar que
Alguém no princípio esqueceu,
De imaginar.
O que é meu?
Tudo ou nada.
Quem sou eu?
Alguém ou Ninguém.
Quem vai dizer não se sabe
Pois está perdido
na originalidade.
domingo, 29 de abril de 2012
Motivo
O que fazer quando a
vida se torna uma prova de múltipla escolha ou quando escolher não faz parte da
vida?
Não é simples parar
para pensar. Pensar é complicado. Exige concentração, perseverança, desgaste
físico e principalmente mental. É como se alguém que nunca passou por uma
iniciação matemática estivesse tentando resolver um cálculo de álgebra.
E tudo se torna ainda
mais difícil quando você se pergunta se a vida é mesmo assim tão complicada ou
se somos nós quem não sabemos vive-la.
Fico assim imaginando
como seria se tivéssemos nascido com bússolas embutidas nos punhos. O erro provavelmente
deixaria de existir e catástrofes seriam evitadas, como por exemplo, cortar os
próprios pulsos. Mas, aí repenso e percebo que a vida não teria graça. As
emoções não existiriam, não traçaríamos mais paralelos de equilíbrio, não duvidaríamos
nunca e confiaríamos sempre, o que seria catastroficamente perigoso, um erro
talvez fatal. Não sentiríamos mais o delicioso frio na barriga, ou, o prazer do
palpitar dos corações, esqueceríamos de pensar, os carecas deixariam de
existir, assim como os suicidas, os charlatões, os anônimos, os outros...
Todos teriam o mesmo
destino!
Escolheríamos sempre as
mesmas coisas, não seguiríamos o conselho da sábia Clarice Lispector quando ela
disse; “Mude”.
Então, para quê
bússolas? Para que ficar pensando nisso?
Para complicarmos inda
mais o que já é complicado?
O melhor a se fazer é
aceitar de uma vez por todas e sem medo, sem choros e lamentações essa prova de
múltipla escolha e parar de ficar tentando resolver cálculos de álgebra sem
qualquer iniciação matemática.
Respire fundo e quando
tudo parecer vasto de mais, beba um gole ou dois, se farte, se embebede, da
bebida mais certa e curativa que existe... O tempo!
Descomplique relaxe,
viva a vida. Não é tão difícil assim. Exercite sua felicidade, arrisque...
Qualquer erro é mera consequência.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Homenagem
Fernanda Mello,
queria te conhecer.
"Folhinha de abacate ninguém
me combate"
A não ser você que
me bate,
e me deixa igual chiclete
grudento
e com vontade de ter ...
O Mundo!
espero que um dia ela veja isso !
kkkkkk, rsrsrs!
quinta-feira, 1 de março de 2012
S!NA
Quando nascemos, nos comprometemos. Como? Não se pergunte!
Não tente entender os mistérios, seja corrente... E não adianta apelar e dizer que não pediu para nascer, todos sabem disso, ou pelo menos, pensam que sabem, mas, vai saber se não existíamos de outros carnavais!
Quem garante que você enquanto outro ser que não há como dizer o que não pediu, implorou, exigiu para nascer?
Meus filhos... Entendam uma coisa, nós, somos filhos!
De quem ou do quê? Quem é que sabe! De muitos, de poucos, de mundos e planos talvez.
Mas, quer uma certeza? Quando Nascemos, nos tornamos prole de uma mãe chamada VIDA!
Uma mãe como qualquer outra, que trata bem, que corrige... E que castiga quando preciso.
A maneira como você a quer encarar é uma escolha...
Você pode escolher ser obediente ou desobediente.
Se for sereno, terá serenidade!
Se for intenso, por completo ou por aqui e acolá, no meio termo... Seja, mas, lembre-se de que está comprometido.
Se plantar, colherá...
E se quiser repetir a dose de outros carnavais, quem sabe, repita. Os desejos não devem ser reprimidos, pois enquanto adormecidos estarão sendo alimentados, e meus filhos... quando acordarem!
Bem, Arquem com seus erros e vivam-nos.
Nós nascemos e por isso estamos sujeitos... e nada somos além de eternos aprendizes.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Acabou o hiatos...
Reencontro.
Fiquei por vezes pensando em como voltaria ao meu local de
refúgio, mas, uma onda de baixo astral me impedia de voltar sempre que pensava,
daí parei de pensar. Espremi algumas vezes uns rabiscos em papeis quaisquer que
encontrei, e nada saiu além de qualquer coisa, então, os rasguei.
Eu naufraguei, mesmo lutando contra todas as ondas!
Mas fiquei pensando sobre o que teria acontecido comigo, porque
me perdi tanto, e porque estaria aceitando às novas condições. Sempre fui
contra qualquer tipo de condição imposta e acidental.
Algo precisava fazer, e resolvi me procurar.
Pensei; “ Se eu fosse eu, o que faria para me levantar?”
Acho que encontrei respostas, ou talvez, meios termos, mas,
o que importa é que voltei a escrever...
Uma justificativa de mim para mim, espero que eu entenda e
siga em frente!
Assinar:
Postagens (Atom)
